quarta-feira, maio 6, 2026
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TSE lança mascote ‘Pilili’ e busca ‘coolness’ para urna eletrônica de olho no público jovem para eleições 2026

Mascote Pilili para reforçar a confiança nas urnas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu início a uma nova estratégia para engajar o eleitorado, especialmente os jovens, no processo eleitoral. Durante um evento, a ministra Cármen Lúcia apresentou Pilili, o novo mascote da Justiça Eleitoral. A iniciativa visa reforçar a confiança nas urnas eletrônicas e promover a defesa da democracia. “A urna é sua, é do Brasil e são vocês que têm que defendê-la, porque é a defesa da democracia feita por todos nós”, declarou a ministra, enfatizando o papel ativo do cidadão na proteção do sistema eleitoral.

Simulação do voto com toque divertido

Para tornar a experiência mais didática e atraente, o TSE distribuiu um guia de simulação de voto que utiliza personagens lúdicos em vez de candidatos reais. Em um exemplo prático, a disputa presidencial em um segundo turno foi representada por um confronto entre “Futebol e Polo Aquático” contra “Forró e Pagode”. A iniciativa busca desmistificar o processo de votação e torná-lo mais acessível e compreensível para todos, especialmente para aqueles que participam das eleições pela primeira vez.

Segurança da urna eletrônica em destaque

O coordenador de Tecnologia Eleitoral, Rafael Azevedo, aproveitou o evento para detalhar o funcionamento e a segurança da urna eletrônica. Em uma demonstração prática, ele abriu um modelo do equipamento, exibiu seus componentes e explicou os diversos procedimentos de auditoria que atestam sua confiabilidade. “A gente quer ser auditado e que as pessoas vejam com próprios olhos que a urna é auditável”, afirmou Azevedo. “Podem vir auditar, a gente não tem medo não.” Ele ressaltou que o sistema é “extremamente seguro” e que o TSE está aberto a sugestões da sociedade para aprimoramentos.

Transparência e fiscalização do código-fonte

A transparência do sistema eleitoral foi um ponto chave abordado por Rafael Azevedo. Ele informou que o código-fonte dos sistemas eleitorais fica disponível para fiscalização por entidades da sociedade civil, universidades e partidos políticos durante um ano. Atualmente, os sistemas permanecem abertos para inspeção na sede do TSE até setembro, reforçando o compromisso do tribunal com a auditabilidade e a participação social na garantia da integridade das eleições.

Fonte: viva.com.br

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