quarta-feira, maio 6, 2026
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Presidente da Federação Italiana de Futebol Renuncia Após Seleção Ser Eliminada da Copa do Mundo Pela Terceira Vez Consecutiva

Renúncia de Gravina Marca Fim de Era na FIGC

O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, apresentou sua renúncia nesta quinta-feira (2), em meio a um novo fracasso da seleção italiana, a ‘Azzurra’, que ficou fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva. A decisão vem após a eliminação da equipe na repescagem europeia.

Eliminação e Pressão Política

A Itália não conseguiu a vaga para o Mundial que será sediado por Estados Unidos, México e Canadá após ser derrotada nos pênaltis pela Bósnia e Herzegovina, na última terça-feira (31). Gravina, que lidera a FIGC desde 2018, já havia enfrentado a ausência do país na Copa da Rússia em 2018 e no Catar em 2022. A eliminação para a Bósnia, que a imprensa italiana chamou de “terceiro apocalipse”, intensificou a pressão sobre o dirigente. O Ministro dos Esportes da Itália, Andrea Abodi, pediu sua saída, considerando Gravina o principal responsável pela crise.

Gestão Controversa e Futuro Incerto

Apesar de ter comandado a Itália ao título da Eurocopa em 2021, a gestão de Gravina também foi marcada pela pior campanha da ‘Azzurra’ em uma Eurocopa em 2024, caindo nas oitavas de final. A FIGC informou que Gravina convocou uma assembleia extraordinária para o dia 22 de junho, em Roma, onde sua renúncia será formalizada. Giovanni Malagò, ex-presidente do Comitê Olímpico Italiano, é apontado como um dos possíveis sucessores.

Técnico e Gerente-Geral Devem Deixar Cargos

Além de Gravina, o técnico Gennaro Gattuso, contratado em junho de 2025, também deve deixar o comando da seleção italiana até o dia 22 de junho, segundo a imprensa local. O ex-goleiro Gianluigi Buffon já entregou seu cargo como gerente-geral da seleção após a renúncia de Gravina. O novo presidente da FIGC terá a desafiadora tarefa de encontrar um novo treinador – o quarto desde junho de 2023 – e acelerar os preparativos para a Eurocopa de 2032, que a Itália sediará em conjunto com a Turquia, e que corre o risco de ser retirada do país caso não haja modernização dos estádios, conforme ameaça o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin.

Fonte: jovempan.com.br

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