Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade Continuam Afetadas
Os funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram manter a greve nesta quarta-feira, após não receberem garantias concretas por escrito do governo do Estado sobre a manutenção de seus empregos. Segundo os grevistas, cerca de 2.300 trabalhadores correm o risco de perder seus postos de trabalho caso as atividades sejam totalmente controladas pela TriviaTrens, empresa que assumirá parte das operações.
Governo do Estado Afirma Compromisso e Critica Decisão do Sindicato
Em nota divulgada no final da tarde de terça-feira, o governo de São Paulo assegurou que assumiu o compromisso de não realizar demissões durante o período de realocação dos funcionários da CPTM. O executivo estadual classificou a paralisação como uma decisão unilateral do sindicato, baseada em desinformação, e que causa transtornos a aproximadamente 1 milhão de passageiros que utilizam diariamente as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. O governo também destacou que a greve impactou o trânsito na capital, com a suspensão do rodízio e um pico de congestionamento superior a 720 km na manhã de terça-feira.
Desinformação e Prejuízos Citados Pelo Governo
A nota do governo do Estado enfatiza que a greve foi decretada mesmo após o compromisso de não haver demissões. As justificativas apresentadas pelo sindicato foram consideradas baseadas em desinformação, gerando prejuízos significativos para a população. A paralisação afeta diretamente a rotina de quase 1 milhão de passageiros que dependem das três linhas da CPTM.
Ferroviários Exigem Garantias Formais
Por outro lado, os ferroviários argumentam que a palavra do governo não é suficiente e que a ausência de um documento formal com a garantia de todos os empregos é o motivo pelo qual a greve foi mantida. A categoria busca segurança jurídica para o futuro de seus postos de trabalho.
Fonte: viva.com.br

