domingo, maio 31, 2026
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Filme Colombiano “Barrio Triste” e Documentário “Cochena” sobre Ciganos Levam os Principais Prêmios no IndieLisboa

O festival IndieLisboa encerrou sua edição deste ano premiando produções de destaque em suas diversas competições. O Grande Prêmio de Longa-Metragem da Competição Internacional foi para “Barrio Triste”, do realizador norte-americano Stillz, conhecido por seu trabalho com o artista Bad Bunny. O filme mergulha na vida dos bairros de lata de Medellín, na Colômbia, oferecendo um olhar cru sobre a realidade social.

“Barrio Triste”: Um Olhar sobre Medellín

Dirigido por Matías Vázquez, sob o nome artístico de Stillz, “Barrio Triste” se destacou na competição internacional. A obra cinematográfica transporta o público para as comunidades periféricas de Medellín, explorando suas dinâmicas e desafios através de uma narrativa visual marcante.

“Cochena”: A Voz da Comunidade Cigana no Cinema Português

Na Competição Nacional, o prêmio de Melhor Longa-Metragem foi concedido a “Cochena”, o primeiro documentário de Diogo Allen. O filme aborda a temática da comunidade cigana, um assunto de grande relevância social na atualidade. Diogo Allen, com uma trajetória consolidada como assistente de realização e diretor de segunda unidade em produções como “O Riso e a Faca” e “A Fábrica de Nada”, faz sua estreia na direção de um longa-metragem com esta obra.

Outros Destaques do IndieLisboa

O festival também reconheceu outras produções em suas categorias. Na Competição Nacional, João Nicolau foi premiado pela Melhor Realização em Longa-Metragem por “A Providência e a Guitarra”. “A Solidão dos Lagartos”, de Inês Nunes, levou o prêmio de Melhor Curta-Metragem, enquanto “Coroa de Espinhos”, de Francisco Moura Relvas, foi agraciado com o Prêmio Novo Talento. “Cochena” também foi premiado na categoria Universidades.

Competições Silvestre, Novíssimos e Especiais

A Competição Silvestre premiou “My Wife Cries”, de Angela Schanelec, como Melhor Longa-Metragem, e “Lover, Lovers, Loving, Love”, de Jodie Mack, como Melhor Curta-Metragem. Já na Competição Novíssimos, “Abril de Helena”, de Maria Moreira e Victor Hugooli, foi eleito o Melhor Filme. “PARA VIVIR, El Implacable Tiempo de Pablo Milanés” recebeu o Prêmio IndieMusic, e “Mulheres de Abril”, de Raquel Freire, foi homenageado com o Prêmio Amnistia Internacional.

Fonte: pt.euronews.com

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