Greve é parte da campanha salarial e paralisação de dois dias
Professores da rede estadual de São Paulo anunciaram uma paralisação que se inicia nesta quinta-feira (data específica não informada na fonte). O ato é parte da campanha salarial da categoria e visa pressionar o governo por melhorias nas condições de trabalho e salariais.
Principais reivindicações: convocação e PL 1316/2025
Entre as principais demandas dos educadores estão a convocação de mais professores aprovados em concursos públicos, visando suprir a carência de profissionais nas escolas. Além disso, a categoria exige a retirada do Projeto de Lei 1316/2025, enviado pelo governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em dezembro do ano passado.
O que o PL 1316/2025 propõe?
O projeto de lei em questão introduz uma série de mudanças significativas na carreira docente. Dentre elas, destacam-se a instituição de avaliações periódicas que poderão levar à remoção compulsória de professores com desempenho insatisfatório, o endurecimento das regras para faltas, a possibilidade de transferência compulsória de docentes por interesse da administração e o fim do recesso automático de dez dias. Essas medidas geram grande preocupação entre os profissionais da educação.
Assembleia definirá próximos passos da paralisação
Para debater os rumos da greve e definir as próximas ações, uma assembleia geral será realizada na sexta-feira, às 16h, no vão Livre do MASP, localizado na Avenida Paulista. A participação dos professores na assembleia será crucial para determinar a continuidade e as estratégias da paralisação, caso as negociações com o governo não avancem.
Fonte: viva.com.br

