Apoio Massivo ao Fim da Escala 6×1
Uma pesquisa recente divulgada pela Genial/Quaest aponta um forte sentimento entre os eleitores brasileiros em relação à escala de trabalho 6×1. Sete em cada dez entrevistados defendem o fim deste modelo, que prevê seis dias de trabalho seguidos por um de folga. A demanda por uma jornada de trabalho mais equilibrada e com maior descanso parece ser uma prioridade para a maioria da população ativa.
Desenrola 2.0: Conhecimento e Impacto Familiar
O programa Desenrola 2.0, lançado pelo governo federal em maio, é conhecido por 66% dos eleitores, enquanto 34% ainda desconhecem a iniciativa. Dentre os que conhecem, 55% consideram a medida uma boa ideia, 21% a veem como uma má ideia, e 20% a classificam como uma iniciativa que “ajuda um pouco”. No entanto, a percepção de benefício direto para as famílias é baixa: 87% afirmam que o programa não trouxe vantagens para seus lares, com apenas 12% relatando o contrário. Entre os que se sentiram beneficiados, há diversidade nas respostas sobre o aumento de renda, com 35% indicando um aumento significativo, 33% nenhuma diferença, e 31% um aumento modesto.
Endividamento e Percepção sobre Dívidas
A pesquisa também abordou a situação de endividamento dos eleitores. Quase metade (47%) declara ter poucas dívidas, enquanto 21% admitem ter muitas. Um percentual considerável de 31% afirma não possuir débitos no momento. Esses dados oferecem um panorama sobre a realidade financeira enfrentada pelos brasileiros e como programas de renegociação de dívidas são percebidos.
Isenção do Imposto de Renda: Benefício sentido por poucos
A medida de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil é vista como benéfica por apenas 32% dos eleitores. A grande maioria, 65%, afirma não ter sido impactada positivamente pela mudança. Entre os que se sentiram beneficiados, a percepção sobre o aumento de renda também varia: 39% não notaram diferença, 35% sentiram um aumento, mas não muito expressivo, e 24% relatam um aumento significativo.
Metodologia da Pesquisa
O levantamento ouviu 2.004 entrevistados com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.
Fonte: viva.com.br

