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Pai de turista argentina acusada de racismo no RJ imita macaco em vídeo e diz ser traficante

Vídeo choca e levanta novas polêmicas envolvendo família Páez

Um vídeo divulgado nesta quarta-feira (1º de abril de 2026) mostra Mariano Páez, pai da advogada argentina Agostina Páez — acusada de racismo no Rio de Janeiro —, imitando gestos de macaco em um bar em Santiago del Estero, na Argentina. Nas imagens, Páez também se autodeclara “empresário, milionário, agiota e traficante de drogas”, além de expressar “nojo do Estado”. O incidente ocorre após a filha retornar a Buenos Aires, onde responde ao processo no Brasil.

Agostina Páez se distancia das ações do pai

Em nota publicada nas redes sociais, Agostina Páez confirmou a autenticidade das imagens, desmentindo a versão inicial do pai, que alegou terem sido geradas por inteligência artificial. A advogada, no entanto, ressaltou que não pode ser responsabilizada pelas ações do pai. “Eu assumo o que é meu: reconheci meus erros, pedi desculpas e enfrentei as consequências. Mas só posso responder pelas minhas próprias ações”, declarou Agostina, que enfrenta um processo por racismo no Brasil. Ela expressou seu desejo de se reconstruir após os meses difíceis que passou.

O caso de racismo no Rio de Janeiro

O incidente que levou à acusação de racismo contra Agostina Páez ocorreu em um bar em Ipanema, no Rio de Janeiro. Segundo o relato de um funcionário do estabelecimento, a confusão teria começado após uma discussão sobre a conta. Ao ser solicitada a aguardar para que as imagens das câmeras de segurança fossem verificadas, a turista teria proferido xingamentos racistas e imitado gestos de macaco em direção ao funcionário. Nas gravações, é possível ouvir o uso do termo “mono” (macaco em espanhol) e a reprodução de gestos associados ao animal.

Medidas judiciais e saída do país

Em janeiro deste ano, o passaporte de Agostina Páez foi apreendido por determinação da Justiça do Rio de Janeiro, e ela chegou a usar tornozeleira eletrônica como medida cautelar. Após ser presa em 6 de fevereiro, foi liberada no mesmo dia. A defesa da advogada obteve um habeas corpus, que permitiu sua saída do país mediante o pagamento de fiança de R$ 97.000.

Fonte: www.poder360.com.br

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