quarta-feira, maio 6, 2026
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ONG “Minha Criança Trans” rebate críticas de Rosangela Moro e acusa deputada de “gerar confusão”

ONG “Minha Criança Trans” rebate críticas de Rosangela Moro e acusa deputada de “gerar confusão”

A Organização Não Governamental (ONG) “Minha Criança Trans” veio a público nesta quarta-feira (22) para rebater as declarações da deputada federal Rosangela Moro (União Brasil-SP). A parlamentar criticou a participação da entidade em um comitê do Ministério da Saúde voltado para os direitos da comunidade LGBTQIA+, classificando a presença da organização no governo como “ilegal”.

ONG nega ilegalidade e acusa Moro de desinformação

Em nota oficial, a “Minha Criança Trans” refuta veementemente as acusações de ilegalidade, assegurando que suas atividades são pautadas na legislação brasileira e nos direitos humanos. A entidade esclarece que não existem registros de cirurgias de redesignação de gênero realizadas em crianças no Brasil e nega qualquer apoio ou incentivo a tais procedimentos em menores de idade. Segundo a ONG, a narrativa da deputada busca “gerar confusão e desinformação na sociedade”, promovendo “terrorismo social, pânico moral e desinformação” com linguagem sensacionalista e apelativa, revelando “intenções de cunho eleitoreiro”.

Fundadora da ONG solidária e medidas jurídicas acionadas

A ONG manifestou solidariedade à sua fundadora, Thamirys Nunes, que foi citada no vídeo divulgado por Rosangela Moro. O departamento jurídico da entidade já foi acionado para tomar as “medidas cabíveis diante das inverdades propagadas”.

Rosangela Moro questiona atuação do comitê e defende maioridade para transição de gênero

No vídeo publicado em suas redes sociais, Rosangela Moro questionou a atuação do comitê do Ministério da Saúde e a influência da “Minha Criança Trans” na formulação de políticas públicas. A deputada defende que decisões sobre procedimentos de transição de gênero só devem ocorrer após a maioridade civil. “A gente não pode permitir que, dentro de um espaço público, seja dado lugar para coisas que são ilegais. Porque essa ONG defende a possibilidade de transição de gênero para crianças”, afirmou a congressista, acrescentando: “A gente está falando de criança, de adolescente; quem quiser fazer cirurgia de mudança de sexo, que o faça na sua maioridade”.

Ministério da Saúde garante legalidade e respeito ao ECA

Em resposta ao Poder360, o Ministério da Saúde informou que os comitês da pasta atuam estritamente dentro da legalidade e em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O órgão declarou que não permite, não recomenda, nem custeia procedimentos transexualizadores em menores de 18 anos, reafirmando o compromisso com a proteção e os direitos de crianças e adolescentes.

Fonte: www.poder360.com.br

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