quarta-feira, maio 6, 2026
HomeNotíciasGoverno do RJ demite mais 93 funcionários em "choque de transparência" e...

Governo do RJ demite mais 93 funcionários em “choque de transparência” e eleva cortes para 552

Nova onda de demissões atinge Casa Civil e Secretaria de Governo

O governador interino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, publicou neste sábado (18.abr.2026) mais uma lista de demissões, totalizando 93 novos cortes. Os exonerados eram ligados à Secretaria de Governo e à Casa Civil, órgãos centrais da administração estadual. Esta nova leva eleva para 552 o número total de funcionários dispensados desde o início do processo, sendo 459 deles comissionados.

Economia e “funcionários fantasmas” no alvo

As demissões são resultado de auditorias que mapearam contratos e revisaram gastos públicos, parte de um pacote batizado de “choque de transparência”. A estimativa do governo é que as medidas gerem uma economia de R$ 10 milhões por mês. Parte das exonerações mira em casos de “funcionários fantasmas” e em servidores que disputaram eleições para vereador no interior e não foram eleitos, sendo posteriormente alocados em funções distantes de suas residências.

Ampla auditoria em contratos e estrutura do Executivo

O “choque de transparência” implementado por Couto inclui uma auditoria abrangente em toda a estrutura do Poder Executivo estadual, tanto na administração direta quanto em empresas públicas. Mais de R$ 80 bilhões em contratos ativos serão submetidos à revisão. O plano de reestruturação também prevê a recriação da Subsecretaria-Geral, vinculada à Casa Civil, após a extinção de três subsecretarias e órgãos subordinados a ela.

Contexto da sucessão no Governo do RJ

Ricardo Couto assumiu o governo fluminense em 23 de março, como o quarto na linha sucessória. Ele substituiu o ex-governador Cláudio Castro, que renunciou na tentativa de evitar a cassação de seu mandato pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice, Thiago Pampolha, havia renunciado anteriormente para assumir cargo no Tribunal de Contas do Estado. O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, terceiro na linha sucessória, foi afastado pelo Supremo Tribunal Federal e também teve seu mandato cassado pelo TSE, assim como Castro, tornando ambos inelegíveis até 2030.

Fonte: www.poder360.com.br

RELATED ARTICLES

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

- Advertisment -
Google search engine

Most Popular

Recent Comments