Eleitorado feminino segue em ascensão e consolida maioria nas urnas
As próximas eleições presidenciais, em 2026, prometem registrar um novo marco histórico no que diz respeito à participação feminina. Dados recentes divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março revelam que as eleitoras habilitadas já compõem 52,8% do eleitorado nacional. Este percentual representa um crescimento de 2 pontos percentuais em comparação com o ano de 2002, quando as mulheres representavam 50,8% dos votantes. Na comparação mais recente com as eleições de 2022, o aumento foi de 0,2 ponto percentual.
Crescimento em números absolutos e prazo para regularização
Em termos absolutos, o Brasil conta atualmente com 82,8 milhões de eleitoras cadastradas, superando os 73,9 milhões de eleitores homens. É importante ressaltar que este número ainda pode aumentar, uma vez que a população tem até o dia 6 de maio para regularizar ou emitir seu título de eleitor, um período crucial para a consolidação final do eleitorado para futuras eleições.
Disputa política: Eleitoras mulheres como foco de atenção
O crescente poder de influência do eleitorado feminino tem se tornado um dos principais palcos de disputa entre os pré-candidatos à Presidência da República. Figuras políticas como o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) têm direcionado esforços e discursos para atrair e dialogar com esse segmento expressivo da população.
Variações regionais: Distrito Federal lidera, Pará apresenta menor percentual
A concentração de eleitoras mulheres varia entre as unidades federativas. O Distrito Federal se destaca com o maior percentual do país, atingindo 54,2% de eleitoras. Em contrapartida, o Pará registra o menor índice, com 50,8%. As regiões Sul, Sudeste e parte do Nordeste do Brasil concentram as maiores proporções de votantes do sexo feminino, indicando um padrão geográfico na composição do eleitorado.
Fonte: www.poder360.com.br

