Virada Indígena de SP abre celebrações com arte e reflexões
A capital paulista sedia a Virada Indígena de São Paulo 2026, um evento gratuito que promete ser um espaço de encontro, escuta e troca. Com foco na conexão entre arte, território e o futuro, a programação de abertura acontece na Praça das Artes, das 13h às 18h30, oferecendo um panorama das ricas manifestações culturais dos povos originários.
Museu da Língua Portuguesa: Um mergulho nas raízes tupinambás
O Museu da Língua Portuguesa convida o público a explorar a influência das palavras de origem tupinambá em nosso vocabulário através da visitação “Quem Civiliza Quem?”. Complementando a experiência, o museu será palco de um sarau especial liderado pelo rapper MC Xondaro, com a participação de artistas convidadas das etnias Guarani Mbya, Tupi Guarani e Pataxó, enriquecendo o diálogo intercultural.
Vivências e arte nos Museus Indígenas
O Museu das Culturas Indígenas, na capital, oferece mediações na mostra “Ygapó: Terra Firme”, além de vivências da dança ritual do Toré e um show exclusivo de Siba Puri, que mescla ritmos afroindígenas e música urbana. No interior de São Paulo, o Museu Índia Vanuíre, em Tupã, abrirá suas portas com atividades práticas sobre grafismos, contação de histórias e aulas de pintura corporal, proporcionando uma imersão nas tradições indígenas.
Exposições históricas no MASP e Jardim Botânico
O MASP apresenta a impactante exposição “Santiago Yahuarcani: o princípio do conhecimento”, primeira individual no Brasil do artista peruano que expõe os genocídios causados pelo ciclo extrativista da borracha na Amazônia. Paralelamente, o Jardim Botânico de SP mantém em cartaz “Povos Originários”, uma vasta coleção com mais de 800 peças rituais e históricas, incluindo itens de Marechal Rondon e a icônica luva de formigas tucandeiras da etnia Sateré-Mawé.
Fonte: viva.com.br

