Promotoria aponta perfis de acusados
Em sessão no II Tribunal do Júri no Rio de Janeiro, a promotoria apresentou sua linha de argumentação no caso Henry Borel, descrevendo o ex-vereador Dr. Jairinho como um indivíduo “psicopata” e a mãe do menino, Monique Medeiros, como “narcisista”. A acusação buscou refutar a tese de Monique de que ela não teria percebido as agressões de Jairinho contra seu filho.
Monique Medeiros culpa Jairo pela morte de Henry
Pela primeira vez em seu depoimento, Monique Medeiros atribuiu a responsabilidade pela morte de Henry Borel ao seu então namorado, Jairo. Ela afirmou acreditar que ele foi o autor da violência, citando o “modus operandi” dele em relação a ex-namoradas e outros filhos. A professora é acusada de homicídio por omissão no caso.
Acusação: Monique sabia das agressões
O assistente de acusação, Cristiano Medina, declarou que Monique “soube desde o início quem era o Jairo”, sugerindo que ela tinha conhecimento da natureza violenta do então companheiro. A promotoria sustenta que, mesmo diante de sinais de agressão contra Henry, Monique não agiu para proteger o filho.
Depoimento e desdobramentos do caso
A sessão, que começou por volta das 10h30, focou em desconstruir a narrativa apresentada por Monique. A acusação argumenta que ela, apesar de ter indícios da violência sofrida por Henry, falhou em intervir. O caso continua em andamento, com a promotoria buscando apresentar evidências que sustentem as acusações contra ambos os réus.
Fonte: viva.com.br

