domingo, maio 31, 2026
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Romeu Zema critica bloco BRICS e o define como ‘Frankenstein’, defendendo reaproximação com o Ocidente

Zema critica aproximação com os Brics e chama bloco de “frankenstein”

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), expressou forte descontentamento com a aproximação do Brasil com o bloco BRICS, classificando-o como um “Frankenstein” e uma “colcha de retalhos”. A declaração foi feita durante o evento “O Brasil que Queremos”, promovido pela Amcham Brasil em São Paulo, que reúne lideranças do setor produtivo e aspirantes à presidência.

Visão de Zema sobre a diplomacia brasileira

“Eu fico muito contrariado quando eu vejo o Brasil se distanciando do Ocidente. Nós somos um país ocidental, um país cristão. Compartilhamos a mesma história com Europa, Américas. E fomos nos envolver com uma colcha de retalho com Frankestein que se chama os países dos Brics”, afirmou Zema. Ele defende que o Brasil retorne às suas origens diplomáticas, buscando uma postura mais isenta e profissionalizada no Itamaraty.

Críticas ao governo atual e ao BRICS

Zema questionou a orientação do governo atual, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem defendido o fortalecimento do BRICS como alternativa à hegemonia econômica ocidental. “Temos de questionar o que está errado nos Estados Unidos, na China, na Europa e que atrapalha e perturba o Brasil. Agora, com um governo de esquerda, se criou uma tendenciosidade extremamente pró-Brics e anti-Estados Unidos”, disse o pré-candidato.

Posicionamento sobre Eduardo Bolsonaro e relações exteriores

O pré-candidato também aproveitou para criticar a possível indicação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro para o Ministério das Relações Exteriores, caso Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vença a eleição. “Eu gosto é de gente que tem carreira, que tem competência. Se parente resolvesse problema, muita coisa nesse mundo já estaria resolvida”, declarou. Zema ainda atribuiu à atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo de Donald Trump a responsabilidade por tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil em 2025, afirmando que “Muita coisa foi prejudicada nesses últimos anos, inclusive, eu acho que até a ação do irmão do pré-candidato [Eduardo Bolsonaro] que, provavelmente, contribuiu para aquela retaliação do tarifaço que ocorreu o ano passado”.

Fonte: www.poder360.com.br

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