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Fundadores da Natura Deixam Conselho de Administração para Preservar Inovação e Memória em Novo Ciclo da Empresa

Fundadores da Natura Deixam Conselho de Administração para Preservar Inovação e Memória em Novo Ciclo da Empresa

Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos migram para Conselho Consultivo após 56 anos, reafirmando compromisso com valores éticos e transformação social e ambiental.

O emblemático trio fundador da Natura – Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos – anunciou uma significativa mudança em suas trajetórias dentro da companhia: a transição do Conselho de Administração para a formação de um novo Conselho Consultivo. Esta decisão marca o início de um novo ciclo para a empresa, que busca acelerar a inovação e a renovação em sua governança, sem perder de vista seus princípios éticos e valores fundamentais.

Um Novo Acordo para o Futuro

Em uma carta aberta aos stakeholders, os fundadores expressaram a necessidade de um “ajuste vigoroso e de renovação em nossa governança” para transitar de um ciclo de simplificação para um de “aceleração e inovação”. Paralelamente à mudança de suas atuações, foi celebrado um novo Acordo de Acionistas com validade de 10 anos, garantindo a manutenção de suas participações acionárias e reafirmando o compromisso de longo prazo com o futuro da Natura. A migração para o Conselho Consultivo, de natureza puramente de aconselhamento e não deliberativa, visa a perenização dos valores essenciais da empresa, focando na “inovação e a memória”.

Confiança nas Novas Lideranças

Com grande confiança, o trio fundador indicou novas lideranças para assumir o Conselho de Administração. Eles expressaram a certeza de que essa nova geração, fortalecida pela cultura da Natura, estará plenamente capacitada para inovar e conduzir a empresa em sua trajetória. A visão é que a Natura continue a manter seu espírito transformador, reunindo pessoas com o desejo genuíno de “ajudar o mundo” e cultivar um “ambiente de trabalho extraordinário”.

Empresas como Agentes de Transformação

A carta reforça a crença dos fundadores de que empresas devem atuar como “verdadeiros agentes de transformação social e ambiental”. Embora reconheçam a importância do sucesso econômico, enfatizam que o sucesso puramente financeiro é insuficiente. A convicção é que as organizações têm o dever de serem “construtoras de valor social e ambiental”. A evolução da governança é vista como uma guardiã dessa cultura e desses valores, com competências para apoiar o momento atual dos negócios e a execução da estratégia.

Agradecimento e Envolvimento Contínuo

Ao final, os fundadores agradeceram imensamente o apoio e a confiança de todos que estiveram e estão com a Natura ao longo de sua jornada – clientes, consultoras, colaboradores, fornecedores e investidores. Reiteraram seu envolvimento contínuo com a empresa, seja por meio do Conselho Consultivo, da participação em comitês de aconselhamento ou simplesmente acompanhando de perto o “negócio pulsante” que tanto os encanta e alimenta a alma. A mensagem final é de otimismo e esperança para o caminho que se inicia.

Fonte: neofeed.com.br

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