Acusações nas redes sociais
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) utilizou as redes sociais nesta terça-feira (24.mar.2026) para acusar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de ter determinado o bloqueio de suas contas bancárias e das de sua esposa. Segundo Bolsonaro, a medida seria uma tentativa de pressioná-lo financeiramente e impedir sua atuação política. Ele declarou que essa ação comprometeria o sustento de sua família, incluindo seus filhos pequenos.
Comparativo financeiro e retorno à PF
Em sua publicação, Eduardo Bolsonaro, que reside nos Estados Unidos há cerca de um ano, comparou sua situação financeira com a do ministro Moraes. Sem apresentar provas, ele mencionou contratos atribuídos à esposa de Moraes e sugeriu uma disparidade de rendimentos, afirmando que para atingir valores semelhantes aos da família do ministro, ele precisaria trabalhar por mais de 537 anos. Como escrivão da Polícia Federal (PF), cargo ao qual está vinculado, Bolsonaro recebe mensalmente cerca de R$ 20.000. Em janeiro de 2026, após a cassação de seu mandato parlamentar, a PF determinou seu retorno imediato ao cargo.
Ameaças à carreira política
O ex-parlamentar também expressou preocupação com a possibilidade de ações judiciais que visem sua inelegibilidade. Ele citou o caso da ex-presidente Dilma Rousseff como exemplo das consequências de condenações por improbidade administrativa. Apesar das alegações, Eduardo Bolsonaro declarou que não pretende recuar e que continuará defendendo suas posições políticas, autodenominando-se “o pior pesadelo” de seus adversários.
Fonte: www.poder360.com.br

