G7 Reúne-se na França em Meio a Tensões Globais
A França sedia, de 15 a 17 de junho de 2026, a cúpula do G7 em Évian-les-Bains, reunindo os líderes das sete maiores economias do mundo. A agenda principal será dominada pelas guerras em curso no Oriente Médio, com destaque para o recente acordo com o Irã, e pelo conflito na Ucrânia. A busca por unidade e a gestão de crises geopolíticas elevam o encontro, que ocorre em um momento de desafios para a coesão do grupo, especialmente com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Presença de Convidados Amplia o Diálogo
Além dos chefes de Estado da França, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, e representantes da União Europeia, a cúpula contará com a participação especial do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. O Brasil está entre os países convidados, e Lula embarcou para a França no domingo (14.jun). O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, também foi convidado, assim como nações do Oriente Médio como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Egito, impactadas pela situação com o Irã ou envolvidas em mediação. Índia, Quênia e Coreia do Sul também estarão presentes.
Agenda Econômica e Geopolítica em Foco
O G7, criado há 50 anos para coordenar respostas a desafios econômicos e internacionais, enfrenta a tarefa de preservar sua unidade em um cenário global complexo. As discussões também abordarão os desequilíbrios da economia mundial e a estratégia para diversificar o fornecimento de minerais críticos, reduzindo a dependência da China. Apesar das expectativas modestas do governo francês quanto a anúncios concretos, o encontro serve como plataforma crucial para o diálogo e a coordenação entre as principais potências mundiais.
Fonte: www.poder360.com.br

