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Velório de Conrado Corsalette, jornalista premiado e autor de “Uma crise chamada Brasil”, será nesta sexta em São Paulo

Corpo será velado na capela do Cemitério da Consolação, na capital paulista; jornalista morreu aos 47 anos e deixa duas filhas.

O corpo do jornalista Conrado Corsalette, Secretário de Redação Adjunto na Sucursal de São Paulo do jornal digital Poder360, será velado nesta sexta-feira (9 de janeiro de 2026), das 13h às 17h, na capela do Cemitério da Consolação, localizado na rua da Consolação, nº 1.660, em São Paulo. Conrado faleceu na madrugada de quinta-feira (8 de janeiro), aos 47 anos, deixando um legado de profissionalismo e ética no jornalismo brasileiro.

Ele deixa duas filhas, de 13 e 11 anos, que recebem o luto de familiares e amigos.

Um profissional admirado e querido por colegas e amigos

A partida de Conrado Corsalette gerou comoção entre aqueles que o conheceram. Seu irmão, Caio Corsalette, o descreveu como um “vanguardista”, “ético, justo e generoso”, que sempre buscou o extraordinário em sua vida e profissão. O escritor Fabrício Corsaletti, primo de Conrado, ressaltou sua alegria, carisma e o talento em “agregar pessoas”, além de sua “ética irrepreensível” como profissional.

Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360, destacou Conrado como “um dos mais brilhantes jornalistas de sua geração”, com “grande perspicácia para entender o que era uma notícia e como fazer bom jornalismo profissional”. Renata Lo Prete, âncora do “Jornal da Globo”, que trabalhou com Conrado na Folha de S.Paulo, o definiu como “um homem doce, afetuoso, solar, generoso nas palavras, nos gestos e nos sorrisos”, ensinando que o ofício “não precisa de mal-querer nem de agressividade”.

Mara Gama, articulista e consultora de texto do Poder360, lembrou do “senso de urgência combinado com um olhar atento aos processos mais longos na história” de Conrado, visível em seu livro. Mario Cesar Carvalho, jornalista e articulista do Poder360, admirava seu “olhar original para o mundo” e sua “calma” diante das crises. Paulo Werneck, editor da revista Quatro Cinco Um, enfatizou que Conrado “marcou o jornalismo brasileiro como criador e diretor do Nexo por tantos anos”, deixando um legado público.

Carreira de destaque e contribuições para o jornalismo

Conrado Corsalette completaria um ano no Poder360 em fevereiro de 2026. Sua trajetória profissional inclui a cofundação e o cargo de editor-chefe do Nexo Jornal. Ele também atuou como editor de Política do Estadão, editor adjunto de Cotidiano da Folha de S.Paulo e repórter no Agora São Paulo. É autor do livro “Uma crise chamada Brasil: a quebra da Nova República e a erupção da extrema direita” (2023).

Formado pela Faculdade Cásper Líbero, Conrado possuía também um master em jornalismo, gestão estratégica e de marcas pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais. Sua partida representa uma perda irreparável para o jornalismo e para todos que tiveram a oportunidade de conviver com sua dedicação e talento.

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