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Lexa revela queda de cabelo após usar caneta emagrecedora Mounjaro; entenda os riscos e por que isso acontece

Lexa relata queda de cabelo após usar caneta emagrecedora Mounjaro e alerta para efeitos colaterais

A cantora Lexa, 30 anos, surpreendeu seus seguidores ao compartilhar nas redes sociais que sofreu queda de cabelo após utilizar a caneta emagrecedora Mounjaro, medicamento que contém a substância tirzepatida. Segundo a artista, a perda de cabelo ocorreu após uma única aplicação de 1 ml do produto, e ela precisou de tratamento para recuperar os fios.

“Mounjaro é mara, mas não é para todo mundo. Nunca mais tomei”, declarou Lexa, reforçando que a medicação não se adequou ao seu organismo.

Queda de cabelo: um efeito adverso comum, mas nem sempre direto da medicação

A queda de cabelo, também conhecida como eflúvio telógeno, é um efeito adverso que pode ocorrer com o uso de canetas emagrecedoras como Mounjaro e Ozempic. No entanto, especialistas explicam que a perda dos fios nem sempre está diretamente ligada à medicação em si, mas sim às consequências da rápida perda de peso que esses tratamentos proporcionam.

“Pacientes que passam por cirurgia bariátrica ou de bypass gástrico também costumam apresentar queda de cabelo”, explica um especialista. Essa condição pode ser desencadeada por diversos fatores, como deficiência de nutrientes, mudanças hormonais e estresse físico ou emocional decorrente da rápida alteração corporal. O eflúvio telógeno pode se manifestar de forma aguda, com ciclos de queda que duram de dois a três meses, ou crônica, associada a doenças autoimunes.

Outros riscos associados às canetas emagrecedoras

Além da queda de cabelo, o Mounjaro pode apresentar outros efeitos colaterais significativos. De acordo com a bula, reações comuns incluem náuseas, diarreia, indigestão, gases, refluxo, fadiga e distensão abdominal. Em pacientes com diabetes tipo 2, o uso concomitante com insulina ou sulfonilureias pode levar à hipoglicemia.

Outros efeitos que chamaram a atenção incluem a formação de pedras na vesícula biliar, tontura e queda na pressão arterial. Há também uma preocupação crescente sobre a possível redução da eficácia de anticoncepcionais orais, embora faltem evidências científicas sólidas sobre essa interrelação.

Alerta da Anvisa sobre pancreatite aguda

Um dos alertas mais sérios emitidos pelas autoridades de saúde, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), diz respeito ao risco de pancreatite aguda associado ao uso de Mounjaro. A Anvisa emitiu um alerta sobre o potencial risco fatal dessa condição, ressaltando que pessoas com histórico de pancreatite não devem utilizar essas medicações.

Ainda que haja controvérsias em estudos sobre a extensão desse risco, a orientação é clara: o uso de medicamentos como Mounjaro e Ozempic exige acompanhamento médico rigoroso e prescrição individualizada. A automedicação ou o uso sem supervisão profissional podem expor os pacientes a perigos graves.

Uso de Mounjaro e Ozempic exige orientação médica

Tanto o Mounjaro quanto o Ozempic pertencem a uma classe de medicamentos que atuam no controle da glicose e na perda de peso, mas seu uso deve ser estritamente supervisionado por um médico. O profissional de saúde é o único capaz de avaliar a adequação do tratamento para cada paciente, considerando seu histórico médico, comorbidades e possíveis interações medicamentosas.

A consulta médica é fundamental não apenas para minimizar os riscos de efeitos colaterais, mas também para garantir que o tratamento seja eficaz e seguro. Pacientes que experimentam qualquer sintoma adverso, como no caso de Lexa, devem buscar orientação médica imediatamente.

Fonte: saude.abril.com.br

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