Escritora desmente envolvimento com o caso Epstein
A renomada autora J.K. Rowling utilizou a rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, nesta segunda-feira (2), para desmentir categoricamente qualquer tipo de envolvimento ou conexão com Jeffrey Epstein. A manifestação surge após o nome da escritora aparecer em uma nova leva de documentos liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) na última sexta-feira (30), referente ao caso do financista.
Convite para musical de Harry Potter em tese
De acordo com os documentos divulgados, Rowling teria, supostamente, enviado um convite a Epstein para assistir ao musical “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” na Broadway, em 22 de abril de 2018. Na época da suposta oferta, Epstein já enfrentava acusações de comandar uma rede de tráfico sexual. A menção nos papéis aponta Sonia Friedman, Colin Callender e J.K. Rowling como os responsáveis pelo envio do convite. Um documento anterior já indicava que uma pessoa não identificada teria solicitado a Epstein um encontro com a escritora, sugerindo uma possível relação entre ambos.
Rowling refuta alegações com veemência
Em sua publicação na rede social, J.K. Rowling classificou a alegação como “bobagem” e afirmou enfaticamente que nem ela nem qualquer membro de sua equipe jamais tiveram contato, comunicação ou convidaram Jeffrey Epstein para qualquer evento. A escritora compartilhou um tweet que continha a notícia e adicionou seu desmentido, reforçando a inexistência de qualquer vínculo.
Investigações sobre Jeffrey Epstein
Jeffrey Epstein, um financista bilionário, foi alvo de investigações por crimes sexuais que se estenderam por anos. A polícia de Palm Beach, Flórida, iniciou uma investigação em 2005 após relatos de abuso contra uma menor. O FBI também se envolveu no caso, coletando depoimentos de várias jovens que alegaram ter sido contratadas para realizar “massagens sexuais” para Epstein. Apesar das graves acusações, Epstein firmou um acordo com promotores que o isentou de um processo federal, declarando-se culpado de acusações estaduais de prostituição envolvendo uma menor e cumprindo 18 meses de prisão. Epstein foi encontrado morto em sua cela em uma prisão federal em Nova York em 10 de agosto de 2019, aos 66 anos, após ser detido em 8 de julho do mesmo ano. As autoridades determinaram que a morte foi por enforcamento.
Fonte: jovempan.com.br




