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Alerta em SP: Segundo Caso da Nova Cepa de ‘Mpox’ é Confirmado; Entenda os Sintomas e a Vacinação

Novo Alerta Sanitário em São Paulo

O Estado de São Paulo confirmou o segundo caso da nova cepa de ‘mpox’, especificamente o clado 1b. A paciente, que evoluiu bem e já se recuperou, contraiu a doença após contato com um familiar vindo da República Democrática do Congo, em março do ano passado. A Secretaria de Saúde de São Paulo (SES-SP) reforça o monitoramento contínuo do cenário epidemiológico, informando que, até o momento, foram notificados 1.930 casos de mpox no estado, sem registro de óbitos associados à doença.

O Cenário Global e Nacional da Mpox

No cenário internacional, até 30 de novembro do ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 50.751 casos de mpox em 96 países. As nações africanas como República Democrática do Congo, Guiné, Libéria, Quênia e Gana lideram a incidência. No Brasil, a vacinação contra a mpox é direcionada a grupos de risco específicos, visando proteger indivíduos com maior probabilidade de desenvolver formas graves da doença.

Entendendo a Transmissão e Sintomas da Mpox

A transmissão da mpox ocorre por meio do contato direto com pessoas infectadas – seja por abraços, beijos, relações sexuais ou lesões cutâneas – e também pelo compartilhamento de materiais contaminados, como roupas e talheres. O período de incubação pode variar de 3 a 21 dias. Os sintomas mais comuns incluem erupções cutâneas, inchaço dos gânglios linfáticos (ínguas), febre, dores de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza. Geralmente, a doença apresenta quadros leves a moderados, com duração entre duas a quatro semanas.

Prevenção e Vacinação: Medidas Essenciais

Para prevenir a infecção, recomenda-se o uso de luvas e máscaras em situações de contato com pessoas infectadas. A higiene frequente das mãos com água e sabão, o uso de álcool em gel e a limpeza regular de roupas, lençóis e toalhas são medidas importantes. A higienização de superfícies e o descarte adequado de resíduos contaminados também são cruciais. Embora não exista um tratamento específico, os sintomas podem ser combatidos. A vacinação no Brasil é destinada a grupos prioritários, incluindo pessoas com HIV/Aids com baixa contagem de linfócitos T CD4, profissionais de laboratório que manipulam o vírus e indivíduos com exposição de risco a casos suspeitos ou confirmados, conforme avaliação da vigilância sanitária local.

Fonte: viva.com.br

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