Ultimato para a Navegação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou um ultimato à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), exigindo que os países-membros desenvolvam um plano para reabrir o Estreito de Ormuz “dentro de dias, e não de semanas”. A pressão surge em meio a tensões crescentes com o Irã e o fechamento da vital rota marítima, crucial para o abastecimento global de energia.
Reunião Crítica e Desilusão de Trump
A exigência foi comunicada ao secretário-geral da NATO, Mark Rutte, durante uma visita a Washington. Rutte relatou que Trump ficou “absolutamente desiludido” com a falta de ação dos aliados europeus em contribuir com recursos para garantir a segurança do estreito, que tem sido alvo de bloqueios iranianos. A reunião, descrita por Rutte como “franca e aberta”, ocorreu sem a presença da imprensa.
Pressão por Ação Concreta
Trump tem sido vocal em suas críticas à NATO, ameaçando reconsiderar a participação dos EUA caso os aliados não cumpram com suas obrigações. Ele expressou frustração nas redes sociais, afirmando que a aliança não compreende a gravidade da situação, a menos que seja pressionada. A NATO confirmou que os Estados Unidos esperam “compromissos e medidas concretas” para assegurar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.
Aliados em Discussão Acelerada
Após as conversas com Trump, Rutte contatou as capitais europeias para transmitir a urgência da situação. Os aliados da NATO já estão em discussões aceleradas para formular um plano prático e eficiente. Embora alguns países, como Reino Unido, Alemanha e França, tenham inicialmente relutado em enviar forças navais para operações ofensivas, a pressão americana agora intensifica a busca por soluções conjuntas, que podem envolver embarcações navais, pessoal, serviços de inteligência e operações de desminagem.
Fonte: pt.euronews.com

