quarta-feira, maio 6, 2026
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Vitória do Governo: CPI do INSS Rejeita Relatório que Pedia Indiciamento de Lulinha e Outros 215

Comissão Rejeita Parecer e Evita Indiciamentos Chave

Em uma sessão que se estendeu por mais de 16 horas, a CPMI do INSS tomou uma decisão crucial nesta quinta-feira (28), rejeitando o relatório apresentado pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL). A votação, que terminou com 19 votos a 12, representa uma significativa vitória para a base governista, pois o documento derrubado solicitava o indiciamento de 216 pessoas. Entre os citados estava Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, investigado por supostos elos com o chamado “Careca do INSS”.

Ex-Ministros da Previdência Também Livres de Indiciamento

Além de Lulinha, o relatório de Gaspar também previa o indiciamento de dois ex-ministros da Previdência Social. A rejeição do parecer impede que esses pedidos avancem, aliviando a pressão sobre figuras ligadas ao governo e a investigados por supostas fraudes em benefícios e empréstimos consignados do Instituto Nacional do Seguro Social.

Relatório de 4.000 Páginas Solicitava Punições por Diversos Crimes

O extenso relatório, com mais de 4.000 páginas, detalhava pedidos de indiciamento por crimes como estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva. A CPMI foi instaurada para investigar fraudes no INSS, com foco em descontos associativos e consignados que prejudicaram, especialmente, aposentados de baixa renda que teriam sofrido descontos sem consentimento.

Debates Intensos e Notícia de Fato Contra o Relator

A sessão deliberativa foi marcada por intensos conflitos entre parlamentares da oposição e da base governista, com a apresentação de um texto paralelo para contestar o parecer oficial. Adicionalmente, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) apresentaram uma Notícia de Fato contra o relator Alfredo Gaspar, acusando-o de estupro de vulnerável, o que foi negado pelo próprio Gaspar. A leitura do relatório ocorreu após o STF impedir a extensão do prazo da CPMI, por entender que a prerrogativa de prorrogação é exclusiva do presidente do Congresso Nacional.

Fonte: www.poder360.com.br

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