Morte confirmada pela defesa
A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, funcionário de Daniel Vorcaro e peça crucial nas investigações do Banco Master, confirmou sua morte na noite de sexta-feira (6 de março de 2026). Mourão, apelidado de ‘Sicário’, estava hospitalizado desde quarta-feira (4) após uma tentativa de tirar a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal (PF).
A nota oficial emitida pelo advogado Robson Lucas da Silva informou que o quadro clínico de Mourão evoluiu para óbito, declarado legalmente às 18h55, após o encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado no mesmo dia. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal para os procedimentos legais.
Tentativa de suicídio sob custódia da PF
A Polícia Federal havia comunicado na tarde de quarta-feira (4) que Mourão ‘atentou contra a própria vida’. Ele havia sido preso horas antes e estava detido na Superintendência Regional da PF em Minas Gerais, em Belo Horizonte. Segundo a corporação, ele foi levado ao hospital e o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), foi informado. Detalhes sobre as circunstâncias da tentativa de suicídio não foram divulgados pela PF.
Quem era ‘Sicário’
Luiz Phillipi Mourão, de 43 anos, era apontado pela PF como integrante do ‘núcleo de intimidação’ de adversários e opositores de Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça, em sua decisão que autorizou a operação, citou duas conversas entre Mourão e o banqueiro que poderiam ser interpretadas como ameaças.
O apelido ‘Sicário’ tem origem no termo latino ‘sicarius’, que remete a punhais e, historicamente, a assassinos de aluguel. Atualmente, o termo é associado a matadores contratados, como é comum no contexto de cartéis de drogas no México, e também ganhou projeção cultural com filmes como ‘Sicario: Terra de Ninguém’.
Fonte: www.poder360.com.br




