Lula e Flávio Bolsonaro são os pré-candidatos com maior rejeição, segundo pesquisa
Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (25.fev.2026) pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg revela que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) lideram as taxas de rejeição entre os potenciais pré-candidatos à Presidência da República. Segundo o levantamento, 48,2% dos entrevistados afirmaram que não votariam de forma alguma em Lula, enquanto 46,4% declararam o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Tarcísio de Freitas se destaca com menor rejeição na direita
Em contrapartida, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apresentou uma taxa de rejeição de 35,5%. Ele é apontado como o candidato de direita mais competitivo na corrida pelo Planalto, apesar de Tarcísio ter negado intenções de concorrer à Presidência, afirmando seu desejo de se candidatar à reeleição para o governo de São Paulo.
Outros nomes e suas taxas de rejeição
A pesquisa também detalhou a rejeição de outros nomes relevantes no cenário político. Jair Bolsonaro aparece com 44,2% de rejeição. Outros pré-candidatos com mais de 40% de rejeição incluem Renan Santos (Missão), com 43,9%, Nikolas Ferreira (PL), com 42,2%, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 40,8%. É importante notar que Nikolas Ferreira não atende ao requisito de idade mínima para concorrer à Presidência.
Metodologia e avaliação do governo Lula
O levantamento da AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.986 eleitores entre os dias 19 e 24 de fevereiro, utilizando recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo foi devidamente registrado no TSE e teve um custo de R$ 75.000, arcado pela própria empresa de pesquisa. Adicionalmente, a pesquisa avaliou a percepção do governo Lula, com 51,5% dos entrevistados desaprovando o presidente, enquanto 46,6% o aprovam. Na avaliação do governo, 48,4% consideraram a gestão ruim ou péssima, ante 42,7% que a classificaram como ótima ou boa.
Fonte: www.poder360.com.br




