Trump critica show de Bad Bunny no Super Bowl
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou suas redes sociais para expressar forte descontentamento com a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 60, realizado no último domingo (8 de fevereiro de 2026). Trump classificou o show como “absolutamente terrível” e uma afronta à “grandeza da América”, argumentando que a performance não representava os padrões de sucesso, criatividade e excelência dos norte-americanos.
Performance latina e mensagem de união
Bad Bunny, com 31 anos, optou por um discurso em inglês apenas em um momento chave, ao entoar a clássica frase “God bless America”. Em seguida, o artista promoveu um desfile de bandeiras de países latino-americanos, caribenhos, México, Estados Unidos e Canadá, recitando seus nomes. Essa ação foi interpretada como uma forma de refutar a ideia de que o termo “América” se refere exclusivamente aos EUA e um contraponto ao slogan “Make America Great Again” de Trump.
Críticas contundentes de Trump
O republicano não poupou críticas à coreografia, a qual considerou “nojenta”, especialmente para o público infantil. “Não há nada de inspirador nessa bagunça de show do intervalo e, com certeza, receberá ótimas críticas da mídia de notícias falsas, porque eles não têm a menor ideia do que está acontecendo no mundo real”, escreveu Trump, atacando também a imprensa.
Participações especiais e mensagem de amor
A apresentação contou com participações notáveis, como a cantora Lady Gaga, que interpretou “Die with a Smile” em um ritmo caribenho, e o porto-riquenho Ricky Martin. Outros artistas de origem latina ou com forte conexão com a cultura, como Pedro Pascal, Cardi B, Jessica Alba e Becky G., também integraram a cenografia como dançarinos. No telão, Bad Bunny reforçou a mensagem “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”, ecoando sua fala no Grammy, onde criticou o ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega).
Fonte: www.poder360.com.br




